Haddad lidera rejeição em São Paulo, com Tarcísio em segundo lugar, aponta Paraná Pesquisas

Fernando Haddad, ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo pelo PT, enfrenta um índice de rejeição de 44,9% entre os eleitores do estado. Este dado, divulgado nesta quinta-feira (21) pela Paraná Pesquisas, coloca o petista na liderança entre os pré-candidatos com maior desaprovação.

Em seguida, aparece o atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que registra 27,3% de rejeição. A pesquisa detalha ainda outros nomes que disputam a preferência do eleitorado paulista, mostrando um cenário em desenvolvimento.

O levantamento da Paraná Pesquisas oferece um panorama importante sobre as intenções de voto e a percepção dos eleitores sobre os principais nomes que podem concorrer ao governo de São Paulo. Acompanhe os detalhes e a metodologia completa a seguir.

Desempenho dos Pré-Candidatos em São Paulo

O levantamento da Paraná Pesquisas revela que, além de Haddad e Tarcísio, outros pré-candidatos também foram avaliados. O deputado federal Kim Kataguiri (Missão) apresenta 16,5% de rejeição. Ele está tecnicamente empatado com o ex-prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), que soma 15,1% de rejeição, considerando a margem de erro da pesquisa.

É importante notar que a pesquisa também captou a indecisão do eleitorado. Cerca de 6,2% dos entrevistados afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos apresentados, demonstrando flexibilidade em suas escolhas. Adicionalmente, 9,8% dos participantes não souberam ou preferiram não responder à pergunta.

Metodologia da Pesquisa Paraná Pesquisas

Para coletar esses dados, a Paraná Pesquisas realizou entrevistas presenciais com 1.640 eleitores em todo o estado de São Paulo. O período de coleta de informações ocorreu entre os dias 18 e 20 de maio. A pesquisa possui uma margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

O intervalo de confiança estabelecido para este levantamento é de 95%, o que confere robustez aos resultados apresentados. A pesquisa foi custeada com recursos próprios do instituto e está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sob o protocolo SP-02706/2026, garantindo sua validade e transparência.