Homem de 62 anos é preso em Envira, no Amazonas, suspeito de estuprar vizinha de 12 anos e transmitir IST
Um grave caso de violência sexual chocou a cidade de Envira, no interior do Amazonas. Um homem de 62 anos foi preso sob a suspeita de ter estuprado uma adolescente de 12 anos, sua vizinha, e transmitido uma infecção sexualmente transmissível (IST) para a vítima. A polícia não divulgou a data exata da prisão, mas os detalhes da investigação começam a vir à tona.
A investigação teve início após a menina começar a apresentar sintomas preocupantes, como febre, dores no corpo e vômitos. Ao procurar atendimento médico, exames confirmaram a presença de uma IST que, segundo os profissionais de saúde, só pode ser transmitida através de relação sexual. Este achado médico foi crucial para o avanço das investigações policiais.
Em depoimento com apoio do Conselho Tutelar e do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), a vítima relatou ter sido abusada pelo vizinho em pelo menos duas ocasiões. Ela mencionou que os estupros ocorreram uma vez em dezembro de 2025 e outra vez neste ano, detalhando o sofrimento prolongado.
Abusos recorrentes e assédio na vizinhança
A jovem também compartilhou com os investigadores que era frequentemente assediada pelo suspeito quando passava pela rua, indicando um comportamento de perseguição e intimidação constante. Além disso, a vítima mencionou que duas amigas suas poderiam ter passado pela mesma situação, um detalhe que a polícia pretende apurar com rigor para identificar outras possíveis vítimas.
Prisão preventiva e consequências legais
Com as provas coletadas e o depoimento da vítima, a Justiça expediu a prisão preventiva do homem. Ele foi submetido à audiência de custódia e agora responderá pelo crime de estupro de vulnerável. O suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto o processo segue seu curso, aguardando as devidas consequências legais.
O caso ressalta a importância da denúncia e do acolhimento às vítimas de violência sexual, bem como a atuação das autoridades na proteção de crianças e adolescentes. As investigações continuam para garantir que todos os envolvidos sejam responsabilizados e para prevenir que outros crimes semelhantes ocorram na região.