Homem é preso no Amazonas após forjar a própria morte para aplicar golpe de seguro de vida

Um homem de 47 anos foi preso em flagrante no bairro Lago Azul, Zona Norte de Manaus, no Amazonas. Ele é suspeito de arquitetar um plano ousado para simular a própria morte e, com isso, tentar receber uma vultosa quantia de R$ 500 mil de um seguro de vida.

A investigação aponta que o homem contou com a colaboração de sua esposa, de 41 anos, que também está sendo investigada no caso. O objetivo do casal era enganar a seguradora, apresentando uma certidão de óbito forjada para liberar o pagamento do seguro.

O caso ganhou contornos de investigação após o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) identificar indícios claros de fraude. As apurações revelaram que o seguro de vida foi contratado e, surpreendentemente, o pedido de pagamento foi feito cerca de um mês depois, já com o documento falso em mãos, conforme divulgado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM).

O Plano para Receber o Seguro

A Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) detalhou que a estratégia do homem preso envolvia a simulação de sua morte. Para isso, ele teria providenciado uma certidão de óbito falsa, com o intuito de apresentá-la à seguradora e solicitar o pagamento integral da apólice. A quantia em jogo, R$ 500 mil, demonstra a audácia do plano.

Esposa é Investigada por Cumplicidade

No centro da investigação está a esposa do suspeito, uma mulher de 41 anos, que está sendo formalmente investigada por seu possível envolvimento no esquema. Segundo a polícia, ela teria atuado em conjunto com o marido para viabilizar a fraude, auxiliando na obtenção e apresentação dos documentos falsos.

Investigação Iniciada pelo MPAM

O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) foi o órgão responsável por dar o pontapé inicial nas investigações. A atuação do MPAM ocorreu após a identificação de sinais de fraude na solicitação de pagamento do seguro de vida. A rapidez com que o pedido foi feito após a contratação do seguro levantou suspeitas.

Como a Fraude Foi Descoberta

A apuração detalhada pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) revelou que o casal contratou o seguro de vida e, em um intervalo de aproximadamente um mês, já estava dando entrada no pedido de pagamento. O ponto crucial que levou à descoberta da fraude foi a apresentação de uma certidão de óbito falsa, que não passou despercebida pelos órgãos de fiscalização.