Renato Bolsonaro, o número 2222, acirra disputa interna no PL e causa descontentamento em São Paulo

A escolha de Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro, como o puxador de votos para a Câmara dos Deputados em São Paulo, ostentando o cobiçado número 2222, tem gerado um clima de insatisfação entre outros pré-candidatos do Partido Liberal (PL).

A decisão, anunciada pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto, já no ano passado, visava consolidar a força eleitoral da família Bolsonaro. No entanto, a definição do número, considerado o “filé mignon” das campanhas por sua associação com a candidatura presidencial, culminou em brigas internas e reclamações.

A principal crítica direcionada a Renato Bolsonaro é a sua **baixa expressividade política**, com um histórico de apenas uma eleição vencida em oito tentativas. Essa situação levanta questionamentos sobre a sua capacidade de atrair votos significativos, em contraste com a expectativa gerada pelo número eleitoral.

A herança do número 2222: o “filé mignon” da campanha

O número 2222, que pertencia a Eduardo Bolsonaro nas eleições anteriores, é visto como um trunfo valioso. A estratégia de usar um número de fácil memorização e associado diretamente à chapa majoritária é uma tática conhecida para **maximizar os votos**, especialmente para cargos proporcionais como o de deputado federal.

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