A maioria das empresas brasileiras investe em visibilidade, não em credibilidade com influenciadores, gerando um risco reputacional crescente.
O Brasil dedica cerca de R$ 20 bilhões anualmente ao mercado de influenciadores. Apesar do volume expressivo, uma fragilidade estrutural persiste: grande parte desse investimento foca em gerar visibilidade e vendas de curto prazo, negligenciando a construção de confiança e reputação.
Essa estratégia, que prioriza a presença digital e a autoridade aparente, não oferece proteção em momentos críticos. Crises reputacionais, escrutínio regulatório ou a necessidade de respostas complexas para a opinião pública expõem a vulnerabilidade de empresas que apostam apenas em