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Mãe de pintor assassinado em Manaus desabafa: “Não sei por que fizeram isso com meu filho”; crime choca a Zona Sul

Mãe de pintor assassinado em Manaus desabafa: “Não sei por que fizeram isso com meu filho”; crime choca a Zona Sul

Mãe de pintor automotivo assassinado em Manaus clama por justiça e não entende motivação do crime

A dor e a incompreensão marcam o momento para Rejane Lopes da Silva, mãe do pintor automotivo Felipe Lopes, de 33 anos, brutalmente assassinado na noite de terça-feira (20) em Manaus. Ela não consegue encontrar motivos para o crime que tirou a vida de seu filho, descrevendo-o como um jovem trabalhador e honesto, sem pendências financeiras com ninguém.

“Não sei por que fizeram isso com meu filho”, lamentou Rejane em meio ao sofrimento. O crime ocorreu na rua Ômega, bairro Petrópolis, na Zona Sul da capital amazonense, deixando a comunidade chocada e a família em busca de respostas. A polícia investiga o caso, mas a motivação ainda é um mistério.

As primeiras informações apontam que dois homens em uma motocicleta chegaram à residência. Um deles desceu, entrou na casa, chamou Felipe pelo nome e efetuou diversos disparos. O portão da residência estava aberto no momento do ataque, facilitando a ação dos criminosos. Conforme relatos da mãe, Felipe foi socorrido e levado ao Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, mas não resistiu aos ferimentos. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) é responsável pela investigação.

Um jovem dedicado e solidário

Rejane Lopes da Silva descreve o filho, Felipe, como um jovem dedicado desde cedo, que começou a trabalhar ainda criança para ajudar no sustento da família. Ele nutria o sonho de proporcionar uma vida melhor para a mãe, um desejo que foi brutalmente interrompido. Além de seu empenho no trabalho, Felipe era conhecido por seu lado solidário, distribuindo sopa para pessoas em situação de vulnerabilidade social próximas a um igarapé.

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O profissionalismo de Felipe como pintor automotivo era amplamente reconhecido. Sua mãe enfatizou que os serviços prestados por ele eram sempre elogiados pelos clientes. “As pinturas que ele entregava, as motos que ele entregava, todo mundo saía alegre, satisfeito. Ele não estava devendo ninguém”, afirmou Rejane, reforçando a ideia de que o jovem não tinha motivos para ser alvo de tamanha violência.

Planos interrompidos e o último pedido de socorro

Felipe Lopes possuía muitos planos para o futuro, com foco especial em melhorar a vida de sua família. A notícia de sua morte prematura deixou um vazio imenso e muitas perguntas sem resposta. Relatos indicam que, após ser atingido pelos disparos, o pintor demonstrou desespero, pedindo repetidamente para chamarem sua mãe e afirmando que não devia nada a ninguém, nem havia feito mal a alguém.

Até o momento, as autoridades policiais não divulgaram informações confirmadas sobre a identidade dos suspeitos ou sobre possíveis prisões relacionadas ao caso. A **motivação do crime** segue desconhecida, sendo este o principal foco da investigação da DEHS, que trabalha para esclarecer os fatos e trazer alguma paz à família enlutada.

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