Criança de Rondônia está estável após sobreviver a acidente de avião no Amazonas; pais receberam alta
Uma menina de cinco anos, moradora de Rondônia, que sobreviveu a um grave acidente de avião no interior do Amazonas, está em estado de saúde estável, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde de Rondônia (Sesau).
O acidente ocorreu no domingo (1º) durante a decolagem de uma aeronave entre Humaitá e Apuí. A queda aconteceu em uma área de mata, mas, felizmente, não houve mortes no incidente.
Os pais da criança, que também estavam na aeronave, ficaram feridos, mas já receberam alta médica. A menina foi transferida para Porto Velho, onde segue em recuperação. As investigações sobre as causas do acidente já foram iniciadas.
Estado de saúde da criança é estável em Porto Velho
A menina de cinco anos, vítima do acidente aéreo no Amazonas, está internada no Hospital Infantil Cosme e Damião, em Porto Velho, Rondônia. Seu estado de saúde é considerado estável, conforme divulgou a Sesau. A criança sofreu ruptura no diafragma e deslocamento do fígado, mas, segundo a secretaria, ela está consciente, se comunica normalmente e a dor está controlada.
Pais da criança já receberam alta médica
Marcela Pereira Pinheiro, de 35 anos, e Elson Fagundes de Oliveira, de 45 anos, pais da menina, também estavam na aeronave. Eles ficaram feridos no acidente, foram internados no Amazonas e receberam alta médica já na segunda-feira (2), um dia após a queda.
Detalhes sobre o acidente e a recuperação da menina
O acidente ocorreu no domingo (1º) quando a aeronave, de matrícula PU-BLR, caiu em uma área de mata durante a decolagem, entre Humaitá e Apuí. A menina foi transferida para Rondônia ainda no mesmo dia. Ela não necessita de suporte respiratório ou medicações vasoativas, e está sendo preparada para a retirada de um dreno no tórax, sob acompanhamento da equipe médica.
Investigação sobre as causas do acidente aéreo
A Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), iniciou a coleta de dados e a preservação de indícios no local do acidente. A equipe do Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VII) realizou a Ação Inicial para subsidiar a investigação. As causas do acidente ainda não foram divulgadas oficialmente.