Leopoldo Montenegro assume a Superintendência da Zona Franca de Manaus com foco em inovação e eficiência
A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) tem um novo comandante. Leopoldo Augusto Melo Montenegro Junior assumiu o cargo nesta sexta-feira (20), em uma solenidade que marcou a transição da gestão de João Bosco Gomes Saraiva. A nomeação foi oficializada através de publicação no Diário Oficial da União.
O novo superintendente é um servidor de carreira da própria Suframa, com sólida formação acadêmica e experiência na área. Possui mestrado em Engenharia de Produção pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), além de especializações em Gestão de Projetos e Gestão de Pessoas, e graduações em Direito e Administração.
Em seu discurso de posse, Montenegro Junior destacou a importância de manter os resultados positivos alcançados pela instituição e enfatizou o compromisso com a modernização tecnológica da Suframa. A cerimônia contou com a presença de servidores e colaboradores, que acompanharam a despedida de Bosco Saraiva.
Trajetória e Prioridades da Nova Gestão
Ao assumir a liderança da Suframa, Leopoldo Montenegro ressaltou sua longa trajetória dentro da autarquia e fez elogios ao trabalho desenvolvido pela gestão anterior. Sua principal prioridade será a manutenção dos indicadores positivos e o avanço na modernização tecnológica da instituição.
“Queremos preservar os resultados alcançados e fortalecer a inovação, especialmente na atualização dos sistemas, para ampliar a eficiência da Suframa”, declarou Montenegro Junior. Ele também ressaltou a importância da colaboração dos servidores para o sucesso da nova gestão.
Legado da Gestão Anterior e Resultados Históricos
Em seu discurso de despedida, João Bosco Gomes Saraiva fez um balanço de seus três anos à frente da Suframa, destacando recordes de faturamento, geração de empregos e atração de investimentos para o Polo Industrial de Manaus (PIM). Houve também avanços significativos na gestão e modernização de processos internos.
Saraiva enfatizou a valorização dos servidores e a aproximação da administração com o setor produtivo, realizando mais de 300 visitas a indústrias. “Nada disso teria sido possível sem o compromisso dos servidores. Saio com a consciência tranquila de que minha missão foi cumprida”, afirmou.
Segundo o ex-superintendente, a autonomia concedida às equipes foi um fator crucial para os resultados históricos. “A liberdade para trabalhar permitiu que a Suframa alcançasse resultados históricos e se tornasse referência nacional em gestão pública”, concluiu, lembrando que em 2025 a autarquia obteve o primeiro lugar em ‘Governança e Gestão’ entre as instituições públicas federais.