A empresa Norte Imagem teve acesso privilegiado antes da publicação do edital, descumpriu regras claras e foi mantida na disputa enquanto concorrentes são desclassificados por detalhes. A moral da história? Quem paga, leva.

Mais uma vez, o sistema de licitações públicas do Amazonas é reduzido a um teatro farsesco em que a legalidade é mero adereço, e o mérito, uma piada de mau gosto. O Pregão Eletrônico nº 361/2025, promovido pela Fundação Hemoam, expõe um roteiro que já virou clássico: a empresa Norte Imagem “queridinha” do sistema e com acesso privilegiado, regras do edital ignoradas seletivamente e órgãos fiscalizadores fazendo vista grossa quando não cúmplices por omissão.

Segundo denúncias documentadas, a empresa que venceu a licitação já sabia da disputa antes mesmo da publicação do edital. No dia 25 de junho, fez visita técnica à sede do Hemoam, um dia antes da publicação oficial do edital (26/06). Coincidência? Não para quem conhece os bastidores do “jogo”.

A própria licitação deixa claro: nenhum documento pode conter assinaturas digitalizadas ou repográficas, exigindo expressamente assinaturas originais do diretor e do proprietário da empresa. Mas adivinhe: a empresa Norte Imagem foi a “escolhida” e apresentou documentos digitalizados e até declaração sem assinatura e mesmo assim, foi mantida na disputa. Para qualquer outro concorrente, isso seria desclassificação automática. Para ela, virou “esquecimento perdoável”.

Documentos inválidos? Não tem problema (se você for o escolhido)
O edital proibia expressamente assinaturas digitalizadas ou repográficas. As regras exigiam
assinaturas originais, com firma reconhecida, de diretores e proprietários.
A empresa entregou:

Documento com assinatura digitalizada.

Declaração sem qualquer assinatura.
Em qualquer processo minimamente sério, isso levaria à desclassificação imediata. Mas aqui,
parece que o edital só vale para os “inocentes úteis” da concorrência.

Enquanto concorrentes são eliminados por erros mínimos, a empresa Norte Imagem vencedora é blindada pela Comissão Geral de Licitação (CGL), que mais parece atuar como advogada de defesa de quem paga mais. A regra é clara mas só vale para quem não entra com as malas certas pela porta dos fundos.

Pior: essa complacência abre as portas para empresas que vencem contratos sem qualquer compromisso real com a execução de qualidade. Entram para ganhar dinheiro fácil, desprezam e prestam serviços de quinta categoria. Quem perde? O contribuinte. Quem lucra? Os velhos conhecidos de sempre.

Cansadas do cinismo institucionalizado, empresas lesadas estão se unindo para entrar com ações em série contra a licitação, exigindo punições aos responsáveis e prometendo entregar “nomes aos bois”. Protocolos já foram enviados ao Ministério Público, TCU e demais órgãos de controle.

A denúncia é clara: o Pregão 361/2025 não respeitou os princípios básicos da legalidade, isonomia e transparência. E se nada for feito, essa história terá um desfecho conhecido: mais um contrato milionário entregue de bandeja e mais um serviço público afundado na mediocridade.

Se a regra do jogo é pagar para levar, talvez seja hora de perguntar: quantas licitações ainda precisam apodrecer para que se feche o mercado de conchavos?

A população, por sua vez, aguarda que mais essa marmelada não passe em branco. Que o MPAM, o TCE e os demais órgãos competentes saiam do modo “observador” e coloquem essa história na linha de frente da devassa. O povo quer mais do que investigação, quer um pente-fino de verdade, com dedo na ferida e coragem para encarar a sujeira.

De acordo com denúncias encaminhadas ao Ministério Público do Amazonas (MPAM), Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) e outrosA empresa Norte Imagem teve acesso privilegiado antes da publicação do edital, descumpriu regras claras e foi mantida na disputa enquanto concorrentes são desclassificados por detalhes. A moral da história? Quem paga, leva.

Mais uma vez, o sistema de licitações públicas do Amazonas é reduzido a um teatro farsesco em que a legalidade é mero adereço, e o mérito, uma piada de mau gosto. O Pregão Eletrônico nº 361/2025, promovido pela Fundação Hemoam, expõe um roteiro que já virou clássico: a empresa Norte Imagem “queridinha” do sistema e com acesso privilegiado, regras do edital ignoradas seletivamente e órgãos fiscalizadores fazendo vista grossa quando não cúmplices por omissão.

Segundo denúncias documentadas, a empresa que venceu a licitação já sabia da disputa antes mesmo da publicação do edital. No dia 25 de junho, fez visita técnica à sede do Hemoam, um dia antes da publicação oficial do edital (26/06). Coincidência? Não para quem conhece os bastidores do “jogo”.

A própria licitação deixa claro: nenhum documento pode conter assinaturas digitalizadas ou repográficas, exigindo expressamente assinaturas originais do diretor e do proprietário da empresa. Mas adivinhe: a empresa Norte Imagem foi a “escolhida” e apresentou documentos digitalizados e até declaração sem assinatura e mesmo assim, foi mantida na disputa. Para qualquer outro concorrente, isso seria desclassificação automática. Para ela, virou “esquecimento perdoável”.

Documentos inválidos? Não tem problema (se você for o escolhido)
O edital proibia expressamente assinaturas digitalizadas ou repográficas. As regras exigiam
assinaturas originais, com firma reconhecida, de diretores e proprietários.
A empresa entregou:

Documento com assinatura digitalizada.

Declaração sem qualquer assinatura.
Em qualquer processo minimamente sério, isso levaria à desclassificação imediata. Mas aqui,
parece que o edital só vale para os “inocentes úteis” da concorrência.

Enquanto concorrentes são eliminados por erros mínimos, a empresa Norte Imagem vencedora é blindada pela Comissão Geral de Licitação (CGL), que mais parece atuar como advogada de defesa de quem paga mais. A regra é clara mas só vale para quem não entra com as malas certas pela porta dos fundos.

Pior: essa complacência abre as portas para empresas que vencem contratos sem qualquer compromisso real com a execução de qualidade. Entram para ganhar dinheiro fácil, desprezam e prestam serviços de quinta categoria. Quem perde? O contribuinte. Quem lucra? Os velhos conhecidos de sempre.

Cansadas do cinismo institucionalizado, empresas lesadas estão se unindo para entrar com ações em série contra a licitação, exigindo punições aos responsáveis e prometendo entregar “nomes aos bois”. Protocolos já foram enviados ao Ministério Público, TCU e demais órgãos de controle.

A denúncia é clara: o Pregão 361/2025 não respeitou os princípios básicos da legalidade, isonomia e transparência. E se nada for feito, essa história terá um desfecho conhecido: mais um contrato milionário entregue de bandeja e mais um serviço público afundado na mediocridade.

Se a regra do jogo é pagar para levar, talvez seja hora de perguntar: quantas licitações ainda precisam apodrecer para que se feche o mercado de conchavos?

A população, por sua vez, aguarda que mais essa marmelada não passe em branco. Que o MPAM, o TCE e os demais órgãos competentes saiam do modo “observador” e coloquem essa história na linha de frente da devassa. O povo quer mais do que investigação, quer um pente-fino de verdade, com dedo na ferida e coragem para encarar a sujeira.

De acordo com denúncias encaminhadas ao Ministério Público do Amazonas (MPAM), Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) e outrosA empresa Norte Imagem teve acesso privilegiado antes da publicação do edital, descumpriu regras claras e foi mantida na disputa enquanto concorrentes são desclassificados por detalhes. A moral da história? Quem paga, leva.

Mais uma vez, o sistema de licitações públicas do Amazonas é reduzido a um teatro farsesco em que a legalidade é mero adereço, e o mérito, uma piada de mau gosto. O Pregão Eletrônico nº 361/2025, promovido pela Fundação Hemoam, expõe um roteiro que já virou clássico: a empresa Norte Imagem “queridinha” do sistema e com acesso privilegiado, regras do edital ignoradas seletivamente e órgãos fiscalizadores fazendo vista grossa quando não cúmplices por omissão.

Segundo denúncias documentadas, a empresa que venceu a licitação já sabia da disputa antes mesmo da publicação do edital. No dia 25 de junho, fez visita técnica à sede do Hemoam, um dia antes da publicação oficial do edital (26/06). Coincidência? Não para quem conhece os bastidores do “jogo”.

A própria licitação deixa claro: nenhum documento pode conter assinaturas digitalizadas ou repográficas, exigindo expressamente assinaturas originais do diretor e do proprietário da empresa. Mas adivinhe: a empresa Norte Imagem foi a “escolhida” e apresentou documentos digitalizados e até declaração sem assinatura e mesmo assim, foi mantida na disputa. Para qualquer outro concorrente, isso seria desclassificação automática. Para ela, virou “esquecimento perdoável”.

Documentos inválidos? Não tem problema (se você for o escolhido)
O edital proibia expressamente assinaturas digitalizadas ou repográficas. As regras exigiam
assinaturas originais, com firma reconhecida, de diretores e proprietários.
A empresa entregou:

Documento com assinatura digitalizada.

Declaração sem qualquer assinatura.
Em qualquer processo minimamente sério, isso levaria à desclassificação imediata. Mas aqui,
parece que o edital só vale para os “inocentes úteis” da concorrência.

Enquanto concorrentes são eliminados por erros mínimos, a empresa Norte Imagem vencedora é blindada pela Comissão Geral de Licitação (CGL), que mais parece atuar como advogada de defesa de quem paga mais. A regra é clara mas só vale para quem não entra com as malas certas pela porta dos fundos.

Pior: essa complacência abre as portas para empresas que vencem contratos sem qualquer compromisso real com a execução de qualidade. Entram para ganhar dinheiro fácil, desprezam e prestam serviços de quinta categoria. Quem perde? O contribuinte. Quem lucra? Os velhos conhecidos de sempre.

Cansadas do cinismo institucionalizado, empresas lesadas estão se unindo para entrar com ações em série contra a licitação, exigindo punições aos responsáveis e prometendo entregar “nomes aos bois”. Protocolos já foram enviados ao Ministério Público, TCU e demais órgãos de controle.

A denúncia é clara: o Pregão 361/2025 não respeitou os princípios básicos da legalidade, isonomia e transparência. E se nada for feito, essa história terá um desfecho conhecido: mais um contrato milionário entregue de bandeja e mais um serviço público afundado na mediocridade.

Se a regra do jogo é pagar para levar, talvez seja hora de perguntar: quantas licitações ainda precisam apodrecer para que se feche o mercado de conchavos?

A população, por sua vez, aguarda que mais essa marmelada não passe em branco. Que o MPAM, o TCE e os demais órgãos competentes saiam do modo “observador” e coloquem essa história na linha de frente da devassa. O povo quer mais do que investigação, quer um pente-fino de verdade, com dedo na ferida e coragem para encarar a sujeira.

De acordo com denúncias encaminhadas ao Ministério Público do Amazonas (MPAM), Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) e outros