Trump exige rendição incondicional do Irã e anuncia nova fase de ataques devastadores
Em uma declaração contundente, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não haverá qualquer tipo de acordo com o Irã, a menos que haja uma “rendição incondicional”. A guerra entre os dois países, que teve início no último sábado, entra em seu sétimo dia, e os EUA prometem intensificar drasticamente os bombardeios.
A retórica do presidente americano indica um endurecimento significativo na postura de Washington em relação a Teerã. Trump utilizou suas redes sociais para comunicar sua exigência, sugerindo que, após a rendição, os EUA e seus aliados trabalharão para reconstruir o Irã, tornando-o economicamente mais forte.
Essas declarações vêm em um momento crítico do conflito, que já resultou na morte do líder supremo iraniano e de altos escalões do governo e militares. Conforme informações divulgadas pelas autoridades americanas, a guerra está entrando em uma nova e mais agressiva etapa.
EUA e Israel anunciam “nova fase” com poder de fogo ampliado
Estados Unidos e Israel declararam que o conflito contra o Irã adentrou uma “nova fase”, caracterizada por um “aumento drástico” no poder de fogo direcionado ao território iraniano. Os novos ataques terão como alvo o programa de mísseis de Teerã e a “infraestrutura do regime” dos aiatolás.
O almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos EUA (Centcom), detalhou em coletiva de imprensa que as forças americanas já destruíram mais de 200 alvos no Irã nas últimas 72 horas. Além disso, 30 navios de guerra iranianos foram eliminados no decorrer do conflito, incluindo um navio porta-drones.
A estratégia militar prevê o desmantelamento sistemático da capacidade futura de produção de mísseis do Irã, uma operação que, segundo Cooper, já está em andamento e demandará tempo. A próxima fase da guerra também envolverá o uso de bombas gravitacionais de alta precisão, com ogivas de diferentes pesos, visando ataques mais focados e devastadores.
Ataques à infraestrutura do regime e superioridade aérea garantida
O secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, complementou as informações, afirmando que os bombardeios serão mais destrutivos e terão como foco a “infraestrutura do regime” iraniano. Hegseth enfatizou que o poder de fogo sobre o Irã aumentará drasticamente, com um efeito multiplicador em conjunto com as forças de Israel.
A superioridade aérea “total” dos EUA e de Israel sobre o espaço aéreo iraniano já foi estabelecida, segundo Hegseth. Ele também alertou o Irã sobre o erro de cálculo ao acreditar que os Estados Unidos não poderiam sustentar o conflito, assegurando que Washington apenas começou a lutar e possui determinação e munição para prolongar a guerra pelo tempo necessário.
Trump reafirma “Make Iran Great Again” com tom de campanha
Em sua publicação, Donald Trump utilizou a conhecida frase “TORNEM O IRÃ GRANDE NOVAMENTE (MIGA!)”, ecoando sua campanha presidencial. Ele expressou a visão de um futuro promissor para o Irã, livre da destruição, e economicamente próspero, sob uma nova liderança.
A guerra, que já causou a morte de figuras importantes do governo iraniano, como o aiatolá Ali Khamenei, demonstra a escalada da tensão na região. A nova fase da operação militar promete ser a mais intensa até o momento, com o objetivo de desestabilizar completamente o regime.
EUA destruíram mais de dois mil alvos iranianos no conflito
Dados divulgados pelas Forças Armadas dos EUA revelam a magnitude dos ataques. Na quarta-feira, o chefe das Forças Armadas, Dan Caine, informou que os EUA já haviam atingido mais de dois mil alvos iranianos no conflito. Essa cifra demonstra a intensidade das operações militares desde o início da guerra.
A mudança na estratégia de bombardeio, de grandes ondas para ataques mais precisos com armamentos avançados, visa maximizar o impacto sobre as capacidades militares e a infraestrutura do Irã. A promessa de Trump de uma “rendição incondicional” sinaliza que os EUA não buscam negociações, mas sim uma submissão completa do regime iraniano.