segunda-feira, 22 de junho de 2026 | Manaus, AM
🔴 Ao Vivo
Concurso Aleam Homologado: Convocação de Aprovados Prevista para Julho, Salários Podem Chegar a R$ 30 Mil Tragédia na BR-319: Caminhão de castanhas tomba e mata motorista e passageiro em Humaitá, Amazonas Festival de Parintins 2026: Teste seus conhecimentos sobre a maior festa folclórica do Brasil com quiz imperdível! Comodare Móveis em MDF: 10 Anos Transformando Sonhos em Lar no Amazonas com Inovação e Qualidade Roberto Cidade apresenta resultados da operação Segurança Presente que apreendeu mais de duas toneladas de drogas em Coari Vídeo chocante: Alegoria do Curupira do Boi Caprichoso tomba em Parintins, trabalhadores correm em pânico Bola da Copa vai ao espaço: NASA leva “Trionda” à Estação Espacial para estudos inovadores Ativista colombiano é preso nos EUA após criticar aliado de Trump eleito na Colômbia Concurso Aleam Homologado: Convocação de Aprovados Prevista para Julho, Salários Podem Chegar a R$ 30 Mil Tragédia na BR-319: Caminhão de castanhas tomba e mata motorista e passageiro em Humaitá, Amazonas Festival de Parintins 2026: Teste seus conhecimentos sobre a maior festa folclórica do Brasil com quiz imperdível! Comodare Móveis em MDF: 10 Anos Transformando Sonhos em Lar no Amazonas com Inovação e Qualidade Roberto Cidade apresenta resultados da operação Segurança Presente que apreendeu mais de duas toneladas de drogas em Coari Vídeo chocante: Alegoria do Curupira do Boi Caprichoso tomba em Parintins, trabalhadores correm em pânico Bola da Copa vai ao espaço: NASA leva “Trionda” à Estação Espacial para estudos inovadores Ativista colombiano é preso nos EUA após criticar aliado de Trump eleito na Colômbia
🏛️ Política

Homens e a Violência Contra Mulheres: Assumindo a Responsabilidade pela Agressão e Estupro

Homens e a Violência Contra Mulheres: Assumindo a Responsabilidade pela Agressão e Estupro
Publicidade 728 × 90 Anuncie Aqui

A trend viral no TikTok que expõe a masculinidade tóxica e a violência de gênero no Brasil.

A escalada de crimes contra as mulheres no Brasil tem sido alarmante, e um recente episódio no TikTok chocou o país. Homens simularam reações violentas a uma negativa feminina em um pedido de casamento, ensaiando agressões como socos, facadas e tiros.

Este comportamento, classificado como caso de polícia, é um sintoma de problemas profundos e arraigados na sociedade. A violência contra a mulher, que culmina em estupro e feminicídio, tem raízes históricas e culturais, ligadas à misoginia presente em diversas esferas, inclusive religiosas.

É fundamental que homens encarem sua responsabilidade nesse cenário. Não somos nós que tememos ser vítimas de estupro ou agressão, mas sim aqueles que praticam tais atos. A consciência dessa realidade é o primeiro passo para a mudança, e conforme apontado em discussões recentes, há um movimento crescente entre homens para intervir nessa cultura de violência.

A masculinidade tóxica e suas raízes históricas

A violência contra a mulher é descrita como uma ancestralidade do mal, com raízes milenares em fluxos culturais, biológicos e psíquicos. A misoginia, inclusive, está presente no cerne religioso do Ocidente, como evidencia o papel submisso e ameaçador da mulher na ordem moral e institucional da Igreja Católica.

Para os homens, este contexto é complexo. A percepção de que não são eles os potenciais vítimas de estupro ou agressão, mas sim os perpetradores, é um ponto crucial. Embora nem todos os homens incorram em tais atos, a cultura que os normaliza está presente e é familiar.

O papel dos homens na luta contra a violência de gênero

Ao observar vídeos como os da trend do TikTok, a maioria dos homens conscientes reconhece que tais comportamentos não são alheios à sua realidade. Muitos já tiveram contato, direto ou indireto, com essa cultura de violência ou com pessoas que poderiam participar dela.

Há um movimento, ainda que restrito, de homens buscando interferir nessa situação. O repúdio a essas atitudes, mesmo que acompanhado de desconforto, é um sinal de que a mudança é possível. Não basta apenas se convencer de que se está fora desse grupo ou se considerar “progressista”; é preciso ação.

A empatia como ferramenta contra a misoginia

O historiador Fred Coelho, professor da PUC-RJ, compartilhou uma reflexão tocante sobre ser pai de duas filhas adolescentes em um mundo violento e misógino. Ele ressalta a necessidade de prepará-las para um ambiente hostil à liberdade existencial.

A convivência com casos como o estupro coletivo de uma jovem de 17 anos em Copacabana aprofunda essa tristeza cotidiana. Coelho compara essa situação à necessidade de pais ensinarem a seus filhos negros que sua cor de pele os torna potenciais vítimas de crimes.

Um chamado à ação e à empatia masculina

Essa reflexão demonstra um recado de empatia, impulsionado pelo sentimento paternal, mas que se estende a todos. É um impulso genuíno, de um homem branco heterossexual, para se colocar no lugar do outro e reconhecer o drama humano a ser enfrentado. Precisamos urgentemente dessa capacidade de nos colocarmos no lugar do outro.

A violência de gênero é um problema que afeta toda a sociedade, e a responsabilidade de combatê-la é coletiva. Os homens, em particular, precisam assumir um papel ativo na desconstrução da masculinidade tóxica e na promoção de uma cultura de respeito e igualdade.

Compartilhe: Facebook Twitter/X
Publicidade 728 × 90 Anuncie Aqui

Os comentários estão desativados.

Publicidade 970 × 160 Anuncie Aqui — Billboard Pré-Rodapé