Suíço-italiano teve alta de mais de 65% no pacote de remuneração em relação ao primeiro ano de transparência da entidade, em 2019.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, teve uma remuneração bruta de US$ 4,8 milhões (cerca de R$ 25 milhões) no ano de 2025, de acordo com o mais recente relatório de transparência publicado no site oficial da entidade. O valor será pago ao dirigente ao longo de 2026.
No comando do futebol mundial desde 2016, Infantino recebeu um salário-base de US$ 2,6 milhões (aproximadamente R$ 13,5 milhões) no período, somado a um bônus de US$ 2,2 milhões (R$ 11,5 milhões). A bonificação, que é variável, turbinou os ganhos anuais do cartola.
A Fifa começou a divulgar os vencimentos de seus funcionários em 2019, primeiro ano da gestão de transparência. Na ocasião, o pacote total de Infantino foi de US$ 2,9 milhões (cerca de R$ 15 milhões na cotação atual). O número de 2025 representa um aumento de mais de 65% em relação àquele primeiro montante.
O atual mandato do dirigente suíço-italiano vai até 2027. Ele foi reeleito por aclamação pelas 211 confederações filiadas à Fifa em março de 2023.