No final da tarde deste sábado, um homem foi encontrado morto na estrada do Puraquequara, na zona Leste de Manaus.

O corpo apresentava sinais de tortura, com as mãos e os pés amarrados, e uma camisa cobrindo a cabeça, conforme relatos das equipes no local.

Um cartaz deixado ao lado da vítima trazia a frase “Morri porque sou ‘Jack’ da pior espécie”, e o caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros, conforme informação divulgada pela reportagem local

O que se sabe sobre a vítima

A vítima foi identificada como Jhon Glaucio Pimentel Marques, de 32 anos, conhecido como ‘Jhon Feio’. Informações preliminares apontam que ele foi apontado como suposto estuprador e, segundo o cartaz deixado na cena, acusado de ser o chamado ‘Jack’.

Fontes relataram que o homem foi sequestrado e submetido a um tribunal do crime, e que a pena aplicada pelo grupo foi a morte, em meio a comemorações de quem participava do ataque.

O crime e as evidências na cena

Testemunhas e imagens que circulam em redes sociais mostram o homem sendo golpeado por vários integrantes da facção, e cada facada teria sido celebrada pelos agressores.

O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal, e a ocorrência segue em investigação pela DEHS, segundo as autoridades locais.

Investigações e consequências

Até o momento, não há registro de prisões relacionadas ao caso. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros deve reunir imagens, depoimentos e perícia do IML para identificar os responsáveis.

Casos de execução sumária e tribunais do crime preocupam autoridades e moradores, e a apuração buscará esclarecer se houve atuação organizada da facção Comando Vermelho na ação.

Repercussão e próximos passos

Familiares ainda não se manifestaram publicamente, e a polícia não divulgou detalhes sobre mandados ou suspeitos presos. A investigação seguirá com o objetivo de apontar os autores e as circunstâncias do homicídio.

Reportagens locais também divulgaram vídeo do ataque, que reforça a necessidade de perícia e de apuração rigorosa por parte da DEHS e do IML.