Arquivo de Saúde - Portal i9 Amazonas https://portali9amazonas.com/category/saude/ Informação com credibilidade e dinamismo! Fri, 13 Mar 2026 13:49:50 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://i0.wp.com/portali9amazonas.com/wp-content/uploads/2025/01/cropped-ICONE-PORTAL-I9-AMAZONAS.png?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivo de Saúde - Portal i9 Amazonas https://portali9amazonas.com/category/saude/ 32 32 240468202 UFRJ Cria Centro Inovador para Diagnóstico e Tratamento de Doenças Raras, Oferecendo Esperança a Milhões de Brasileiros https://portali9amazonas.com/ufrj-cria-centro-inovador-para-diagnostico-e-tratamento-de-doencas-raras-oferecendo-esperanca-a-milhoes-de-brasileiros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=ufrj-cria-centro-inovador-para-diagnostico-e-tratamento-de-doencas-raras-oferecendo-esperanca-a-milhoes-de-brasileiros https://portali9amazonas.com/ufrj-cria-centro-inovador-para-diagnostico-e-tratamento-de-doencas-raras-oferecendo-esperanca-a-milhoes-de-brasileiros/#respond Fri, 13 Mar 2026 13:49:50 +0000 https://portali9amazonas.com/ufrj-cria-centro-inovador-para-diagnostico-e-tratamento-de-doencas-raras-oferecendo-esperanca-a-milhoes-de-brasileiros/ UFRJ inaugura Centro de Saúde Pública de Precisão para doenças raras, um marco no SUS. O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está prestes a inaugurar…

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UFRJ inaugura Centro de Saúde Pública de Precisão para doenças raras, um marco no SUS.

O Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) está prestes a inaugurar um centro pioneiro dedicado ao tratamento e pesquisa de doenças raras. A nova unidade, batizada de Centro de Saúde Pública de Precisão, tem previsão de abertura em agosto e funcionará exclusivamente para atender pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Esta iniciativa representa um avanço significativo no cuidado de enfermidades que, por sua natureza, desafiam diagnósticos e tratamentos convencionais. A expectativa é que a estrutura acelere o acesso a exames de alta complexidade e promova o desenvolvimento de novas terapias.

O centro chega em um momento crucial, considerando a estimativa de que cerca de 13 milhões de brasileiros convivem com alguma das 7 mil doenças raras catalogadas. Conforme informação divulgada pelo Complexo Hospitalar da UFRJ, a maioria dessas condições tem origem genética, mas fatores ambientais e infecciosos também podem desencadeá-las.

Desafios do Diagnóstico de Doenças Raras Ampliados pela Ciência Moderna

Soniza Vieira Alves-Leon, chefe do Setor de Gestão da Pesquisa e Inovação Tecnológica do Complexo Hospitalar, explica que as doenças raras ainda representam um grande enigma para a medicina. Por afetarem um número reduzido de pessoas, a realização de estudos aprofundados torna-se um desafio, dificultando a completa compreensão de seus sintomas e causas.

“Algumas nem foram totalmente descritas, então, a ciência ainda não entende todos os sintomas, as causas”, afirma Soniza. Ela também destaca que a falta de preparo de alguns profissionais para identificar essas condições complexas e o alto custo de exames específicos para confirmação diagnóstica são barreiras significativas.

Muitas vezes, a confirmação depende de exames caros e de difícil acesso. Mesmo os casos identificados pelo teste do pezinho necessitam de investigações mais detalhadas para um diagnóstico definitivo, um processo que pode se estender por anos.

Sequenciamento Genético no SUS: Revolução no Tempo de Diagnóstico

Uma novidade importante para o tratamento de doenças raras no Brasil é a inclusão, anunciada pelo Governo Federal, do Sequenciamento Completo do Exoma (WES) no rol de exames oferecidos pelo SUS. Este teste analisa a região do DNA onde se concentram a maioria das mutações genéticas causadoras de doenças raras.

O WES, que pode ser realizado a partir de amostras de sangue ou saliva, é um exame de alta tecnologia e sua disponibilidade em laboratórios brasileiros ainda é limitada. Atualmente, apenas um laboratório no SUS processa as amostras coletadas em diversos estados, com outro serviço previsto para iniciar em maio.

A expectativa é que essa expansão reduza o tempo de espera pelo diagnóstico no país, que hoje gira em torno de sete anos, para cerca de seis meses. Este é um dos exames de ponta que o novo Centro de Saúde Pública de Precisão da UFRJ oferecerá.

Investimento e Tecnologias para Melhorar a Qualidade de Vida

O Complexo Hospitalar da UFRJ, gerido pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, recebeu um investimento superior a R$ 19 milhões para a estruturação do novo centro. A maior parte desse montante foi destinada à adequação de um espaço no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho e à aquisição de equipamentos essenciais para a realização dos exames.

Além dos testes genéticos, o centro oferecerá exames de biomarcadores, que identificam alterações celulares, bioquímicas ou moleculares associadas a doenças específicas. Soniza Vieira Alves-Leon ressalta a importância de agilizar o diagnóstico correto para que os pacientes recebam intervenções que melhorem sua qualidade de vida.

O novo centro também impulsionará a pesquisa em genética e medicina de precisão, contribuindo para o desenvolvimento de novas estratégias de tratamento para doenças raras e câncer. “Com essa estrutura será possível diagnosticar mais cedo, acompanhar melhor os pacientes e desenvolver novas terapias”, conclui Soniza, reforçando o impacto positivo esperado para a saúde pública no Brasil.

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Anvisa Alerta: Preenchedores Dérmicos Podem Causar Danos Graves e Incapacitantes com Uso Inadequado https://portali9amazonas.com/anvisa-alerta-preenchedores-dermicos-podem-causar-danos-graves-e-incapacitantes-com-uso-inadequado/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-alerta-preenchedores-dermicos-podem-causar-danos-graves-e-incapacitantes-com-uso-inadequado https://portali9amazonas.com/anvisa-alerta-preenchedores-dermicos-podem-causar-danos-graves-e-incapacitantes-com-uso-inadequado/#respond Fri, 13 Mar 2026 12:05:01 +0000 https://portali9amazonas.com/anvisa-alerta-preenchedores-dermicos-podem-causar-danos-graves-e-incapacitantes-com-uso-inadequado/ Anvisa emite alerta sobre riscos do uso indevido de preenchedores dérmicos A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta importante sobre os perigos associados ao uso inadequado de…

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Anvisa emite alerta sobre riscos do uso indevido de preenchedores dérmicos

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou um alerta importante sobre os perigos associados ao uso inadequado de preenchedores dérmicos. Essas substâncias, comumente utilizadas para fins estéticos, podem gerar sérias complicações de saúde se aplicadas fora das indicações e volumes recomendados pelos fabricantes.

Substâncias como hidroxiapatita de cálcio, ácido hialurônico, poli-L-ácido lático (PLLA) e polimetilmetacrilato (PMMA) são classificadas como dispositivos médicos de risco alto e máximo. Sua comercialização exige registro prévio na Anvisa, garantindo um mínimo de segurança e eficácia quando utilizados corretamente.

O uso indevido, seja em áreas não indicadas ou em quantidades excessivas, pode resultar em danos de difícil manejo e consequências clínicas incapacitantes. A Anvisa reforça a necessidade de atenção e busca por profissionais qualificados para evitar intercorrências graves, conforme informação divulgada pela agência.

Complicações graves e sistêmicas podem surgir com o mau uso de preenchedores

Os riscos associados à aplicação incorreta de preenchedores dérmicos são severos e podem impactar significativamente a saúde do paciente. Entre os efeitos mais graves relatados, destacam-se a **embolia pulmonar**, uma condição potencialmente fatal onde substâncias bloqueiam os vasos sanguíneos dos pulmões.

A **deficiência visual**, que pode ser temporária ou permanente, também é uma preocupação séria, decorrente da oclusão vascular em áreas próximas aos olhos. Além disso, complicações sistêmicas podem ocorrer, afetando diversos órgãos e sistemas do corpo humano.

Inflamação, problemas renais e alterações no sangue são efeitos adversos possíveis

A Anvisa também aponta para o risco de inflamação granulomatosa, uma resposta imune crônica do corpo à substância injetada. Outras complicações sistêmicas incluem o **aumento do nível de cálcio no sangue**, a formação de cálculos renais e, em casos mais extremos, a **insuficiência renal**, que pode demandar tratamento de hemodiálise.

Esses eventos adversos demonstram a importância de seguir rigorosamente as orientações de uso e de se submeter ao procedimento apenas com profissionais habilitados e em locais autorizados, minimizando a chance de ocorrência desses quadros clínicos graves.

Recomendações essenciais para a segurança do paciente antes e após o procedimento

Para garantir a segurança, a Anvisa recomenda que os pacientes se informem sobre as **áreas do corpo e os volumes permitidos** para a aplicação dos preenchedores, consultando sempre as instruções de uso do produto. A orientação de um profissional de saúde qualificado é indispensável antes de iniciar qualquer plano de tratamento estético com essas substâncias.

Em caso de surgimento de qualquer sinal ou sintoma de complicação após o procedimento, é fundamental procurar imediatamente **assistência profissional especializada**. A agência salienta a importância de verificar se o produto utilizado é regularizado, o serviço é autorizado e o profissional é devidamente qualificado.

Rastreabilidade e denúncia: ferramentas para combater produtos irregulares

A Anvisa enfatiza a obrigatoriedade de entrega do **cartão de rastreabilidade do produto** ao paciente, com uma cópia mantida no prontuário médico. Essa medida é crucial para o acompanhamento e identificação de possíveis problemas.

Caso o paciente suspeite de um evento adverso relacionado ao uso do preenchedor dérmico, ele pode e deve **relatar o problema à Anvisa**. Para denunciar produtos irregulares ou empresas não licenciadas, o cidadão pode acessar o sistema Fala.BR, da Ouvidoria da Anvisa, contribuindo para a fiscalização e segurança sanitária no país.

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Anvisa aprova Xcopri, novo medicamento para crises de epilepsia farmacorresistente, prometendo alívio para 30% dos pacientes no Brasil https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-xcopri-novo-medicamento-para-crises-de-epilepsia-farmacorresistente-prometendo-alivio-para-30-dos-pacientes-no-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-aprova-xcopri-novo-medicamento-para-crises-de-epilepsia-farmacorresistente-prometendo-alivio-para-30-dos-pacientes-no-brasil https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-xcopri-novo-medicamento-para-crises-de-epilepsia-farmacorresistente-prometendo-alivio-para-30-dos-pacientes-no-brasil/#respond Wed, 11 Mar 2026 16:30:45 +0000 https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-xcopri-novo-medicamento-para-crises-de-epilepsia-farmacorresistente-prometendo-alivio-para-30-dos-pacientes-no-brasil/ Anvisa aprova Xcopri, novo medicamento para crises de epilepsia farmacorresistente, prometendo alívio para 30% dos pacientes no Brasil A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a aprovação de um…

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Anvisa aprova Xcopri, novo medicamento para crises de epilepsia farmacorresistente, prometendo alívio para 30% dos pacientes no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a aprovação de um novo medicamento para o tratamento de crises focais em adultos com epilepsia farmacorresistente. O medicamento, chamado Xcopri e com princípio ativo cenobamato, é desenvolvido pela Momenta Farmacêutica e representa um avanço importante para um grupo significativo de pacientes.

A epilepsia farmacorresistente afeta cerca de 30% das pessoas diagnosticadas com a condição. Estes pacientes continuam a sofrer com crises mesmo após terem tentado, pelo menos, dois tratamentos antiepilépticos convencionais. A chegada do Xcopri pode oferecer uma nova perspectiva de controle para essa população.

O cenobamato atua reduzindo a atividade elétrica anormal no cérebro, mecanismo fundamental para a diminuição da ocorrência das crises epilépticas. A aprovação pela Anvisa se baseia em dados de estudos clínicos que comprovaram a eficácia do tratamento. Conforme divulgado pela Anvisa, o medicamento demonstrou uma redução notável na frequência das convulsões.

Resultados promissores em estudos clínicos

Os estudos clínicos revelaram que quatro em cada dez pacientes que receberam 100 miligramas (mg) diárias de Xcopri apresentaram uma diminuição de pelo menos 50% na frequência das crises. Um resultado ainda mais expressivo foi observado em pacientes que utilizaram 400 mg por dia, com 64% deles experimentando a mesma melhora significativa. No grupo que recebeu placebo durante os testes, a taxa de melhora foi de 26%.

Próximos passos para a disponibilidade do Xcopri

Apesar da aprovação de registro pela Anvisa, a comercialização do Xcopri ainda depende da definição do seu preço máximo pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED). Para que o medicamento seja oferecido no Sistema Único de Saúde (SUS), é necessária uma avaliação prévia da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) e uma decisão posterior do Ministério da Saúde.

Entendendo a epilepsia e o Março Roxo

A epilepsia é caracterizada por alterações temporárias e reversíveis no funcionamento do cérebro, não sendo causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. As crises podem ser parciais, quando restritas a uma área do cérebro, ou generalizadas, quando envolvem ambos os hemisférios cerebrais. O diagnóstico é predominantemente clínico, com base em exames e histórico detalhado do paciente.

A notícia da aprovação do Xcopri chega durante o Março Roxo, campanha dedicada à conscientização sobre a epilepsia. Esta iniciativa busca informar a população, combater o estigma social e promover maior empatia e compreensão em relação à condição neurológica que afeta cerca de 65 milhões de pessoas globalmente, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).

No Brasil, mais de 2 milhões de pessoas convivem com epilepsia, enfrentando não apenas os desafios do tratamento, mas também o preconceito e a desinformação, conforme aponta a Liga Brasileira de Epilepsia (LBE). A neurologista Juliana Passos, membro da diretoria da LBE, destaca que o novo medicamento representa um avanço crucial para pacientes com epilepsia de difícil controle, oferecendo uma “chance consideravelmente maior de controle das crises”, algo que se torna “urgente” para esses indivíduos.

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Anvisa Aprova Avanços Revolucionários: Novas Terapias para Diabetes Tipo 1, Câncer de Mama e Angioedema Hereditário Chegam ao Brasil https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-avancos-revolucionarios-novas-terapias-para-diabetes-tipo-1-cancer-de-mama-e-angioedema-hereditario-chegam-ao-brasil/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-aprova-avancos-revolucionarios-novas-terapias-para-diabetes-tipo-1-cancer-de-mama-e-angioedema-hereditario-chegam-ao-brasil https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-avancos-revolucionarios-novas-terapias-para-diabetes-tipo-1-cancer-de-mama-e-angioedema-hereditario-chegam-ao-brasil/#respond Wed, 11 Mar 2026 14:09:12 +0000 https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-avancos-revolucionarios-novas-terapias-para-diabetes-tipo-1-cancer-de-mama-e-angioedema-hereditario-chegam-ao-brasil/ Anvisa libera novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou uma importante atualização em sua lista de medicamentos…

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Anvisa libera novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou uma importante atualização em sua lista de medicamentos aprovados. Na última segunda-feira, 9, foram publicados no Diário Oficial da União (DOU) os registros de novas terapias que visam combater o diabetes tipo 1, o câncer de mama e o angioedema hereditário.

Essas aprovações representam um marco significativo no tratamento dessas condições, oferecendo novas perspectivas para pacientes que antes tinham opções terapêuticas limitadas. A expectativa é que esses medicamentos melhorem a qualidade de vida e aumentem as chances de sucesso no combate a doenças complexas.

A decisão da Anvisa reflete o compromisso contínuo com a inovação e o acesso a tratamentos de ponta no Brasil. A liberação desses fármacos é resultado de rigorosos processos de avaliação, garantindo segurança e eficácia para a população. Conforme informação divulgada pela Anvisa, os novos medicamentos já estão disponíveis para registro.

Tzield®: Um Novo Aliado no Combate ao Diabetes Tipo 1

O medicamento Tzield® (teplizumabe) foi aprovado pela Anvisa com a indicação de retardar o início do diabetes tipo 1 em seus estágios iniciais. A terapia é destinada a pacientes adultos e pediátricos a partir de 8 anos que já se encontram no estágio 2 da doença. O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune crônica que afeta o pâncreas e pode levar a graves complicações cardíacas, renais e oculares se não for devidamente controlada.

Datroway®: Esperança para Pacientes com Câncer de Mama Avançado

Outra aprovação relevante é a do Datroway®, um novo tratamento para pacientes adultos com câncer de mama irressecável ou metastático. O medicamento é indicado para casos com receptor hormonal positivo e HER2 negativo, que já passaram por terapia endócrina e pelo menos um ciclo de quimioterapia para a doença avançada. A liberação do Datroway® oferece uma nova linha de tratamento para pacientes com prognóstico desafiador.

Andembry®: Prevenção do Angioedema Hereditário

Para o tratamento de doenças raras, a Anvisa aprovou o registro do Andembry® (garadacimabe). Este medicamento é voltado para a prevenção do angioedema hereditário (AEH), uma condição genética que causa inchaços súbitos e dolorosos em diversas partes do corpo. O AEH pode afetar a pele, mucosas e órgãos internos, impactando significativamente a rotina dos pacientes. A nova terapia visa reduzir a frequência e a gravidade desses episódios.

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Polilaminina: A Nova Esperança para Lesão Medular Que Passa por Testes Cruciais no Brasil e Gera Expectativa Mundial https://portali9amazonas.com/polilaminina-a-nova-esperanca-para-lesao-medular-que-passa-por-testes-cruciais-no-brasil-e-gera-expectativa-mundial/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=polilaminina-a-nova-esperanca-para-lesao-medular-que-passa-por-testes-cruciais-no-brasil-e-gera-expectativa-mundial https://portali9amazonas.com/polilaminina-a-nova-esperanca-para-lesao-medular-que-passa-por-testes-cruciais-no-brasil-e-gera-expectativa-mundial/#respond Sun, 08 Mar 2026 15:35:12 +0000 https://portali9amazonas.com/polilaminina-a-nova-esperanca-para-lesao-medular-que-passa-por-testes-cruciais-no-brasil-e-gera-expectativa-mundial/ Polilaminina avança em testes clínicos no Brasil, prometendo revolução no tratamento de lesões medulares A polilaminina, uma substância inovadora desenvolvida por cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)…

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Polilaminina avança em testes clínicos no Brasil, prometendo revolução no tratamento de lesões medulares

A polilaminina, uma substância inovadora desenvolvida por cientistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em parceria com a farmacêutica Cristália, tem gerado grande expectativa no campo da medicina regenerativa. A pesquisa, que se estende por mais de duas décadas, visa oferecer uma nova esperança para pessoas com lesão medular, uma condição que frequentemente resulta em paralisia e perda de movimentos.

Após anos de estudos em laboratório e testes em animais, a polilaminina entrou em uma fase crucial de ensaios clínicos em humanos. O objetivo é validar sua capacidade de promover o crescimento de axônios, as fibras nervosas essenciais para a comunicação entre o cérebro e o corpo, que são rompidas em casos de lesão medular. A substância atua como uma base, um andaime, para que esses axônios possam se regenerar e restabelecer as conexões neurais.

Os resultados preliminares, incluindo um estudo-piloto com oito pacientes, mostraram ganhos motores em cinco deles, com um caso notável de recuperação quase completa. No entanto, especialistas e a própria equipe de pesquisa ressaltam a necessidade de mais estudos para comprovar a segurança e eficácia da polilaminina. Conforme informações divulgadas pela equipe de pesquisa, ainda há um longo caminho a ser percorrido até que a substância possa ser utilizada em larga escala.

O que é a Polilaminina e como ela age no corpo?

A polilaminina foi descoberta acidentalmente pela bióloga Tatiana Sampaio Coelho, líder da pesquisa na UFRJ. Ao tentar separar as partes da laminina, uma proteína natural do corpo, ela observou que as moléculas se aglutinavam, formando uma rede. Essa rede, a polilaminina, atua no sistema nervoso como um suporte para o crescimento dos axônios.

Em situações de lesão medular, os axônios são danificados, interrompendo a transmissão de sinais entre o cérebro e o corpo, o que leva à paralisia. A polilaminina tem o potencial de criar um novo caminho para que esses axônios voltem a crescer e se reconectar, restaurando a função motora e sensorial.

Estudo-piloto e os primeiros resultados em pacientes

Um estudo-piloto, realizado entre 2016 e 2021, envolveu oito pacientes com lesão medular completa. Sete deles passaram por cirurgia de descompressão da coluna, um procedimento padrão nesses casos, e todos receberam a polilaminina. Dos cinco pacientes que apresentaram recuperação, quatro evoluíram do nível A (comprometimento mais grave) para o nível C na escala AIS, indicando retomada de sensibilidade e movimentos incompletos.

Um paciente, Bruno Drummond de Freitas, atingiu o nível D da escala AIS, recuperando sensibilidade e funções motoras em quase todo o corpo após fraturar a coluna em 2018. Bruno relatou que o movimento do dedão do pé foi um marco inicial, seguido por uma longa jornada de fisioterapia e reabilitação. Hoje, ele anda normalmente, com pequenas dificuldades nas mãos. Sua experiência, embora inspiradora, não é suficiente para comprovar cientificamente a eficácia da polilaminina, pois até 15% dos pacientes com lesão completa podem recuperar movimentos naturalmente.

As Fases dos Ensaios Clínicos e os próximos passos

A pesquisa com a polilaminina encontra-se na Fase 1 de ensaios clínicos, focada em avaliar a segurança e tolerabilidade da substância em humanos. Tradicionalmente, esta fase envolve pacientes saudáveis, mas, devido à natureza da aplicação da polilaminina (injeção direta na medula), os testes serão realizados em cinco pacientes voluntários com lesão medular aguda, entre 18 e 72 anos, com lesões específicas na medula torácica e que tenham ocorrido há menos de 72 horas. O estudo, aprovado pela Anvisa, será conduzido no Hospital das Clínicas da USP.

Uma particularidade desta Fase 1 é que, por envolver pacientes com lesão medular, já será possível observar indicativos de eficácia. A equipe planeja avaliar duas doses diferentes da substância, caso o estudo avance para a Fase 2. A Fase 3, que comprova a eficácia em larga escala, ainda não tem detalhes definidos. A expectativa é concluir todas as fases de teste em aproximadamente dois anos e meio.

Desafios e a Importância da Validação Científica

Especialistas como Eduardo Zimmer, professor de Farmacologia da UFRGS, e Jorge Venâncio, ex-presidente da Conep, destacam a importância de seguir rigorosamente todas as fases dos ensaios clínicos. A Fase 3, por exemplo, geralmente envolve um grande número de participantes divididos aleatoriamente em grupos de tratamento e controle, para garantir que os resultados observados sejam realmente devidos à substância testada e não a outros fatores.

Existem desafios logísticos e éticos específicos para a polilaminina, como a janela de tempo curta para aplicação após a lesão e a necessidade de um grupo controle. A Lei 14.874/2024 busca agilizar o desenvolvimento de novas tecnologias, reduzindo prazos de análise, mas a validação científica rigorosa é fundamental para evitar o uso de produtos não confiáveis. Órgãos como a Anvisa e comitês de ética acompanham de perto todas as etapas para garantir a segurança e eficácia.

A polilaminina representa um avanço promissor, mas a comunidade científica e os pacientes aguardam com cautela os resultados das próximas fases. A validação científica rigorosa, conforme as diretrizes estabelecidas, é o caminho para transformar essa esperança em uma realidade terapêutica segura e eficaz para milhões de pessoas afetadas por lesões medulares.

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Vacina Brasileira Contra Dengue: Proteção Por Até 5 Anos Com Dose Única, Diz Estudo do Butantan https://portali9amazonas.com/vacina-brasileira-contra-dengue-protecao-por-ate-5-anos-com-dose-unica-diz-estudo-do-butantan/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vacina-brasileira-contra-dengue-protecao-por-ate-5-anos-com-dose-unica-diz-estudo-do-butantan https://portali9amazonas.com/vacina-brasileira-contra-dengue-protecao-por-ate-5-anos-com-dose-unica-diz-estudo-do-butantan/#respond Sat, 07 Mar 2026 15:33:36 +0000 https://portali9amazonas.com/vacina-brasileira-contra-dengue-protecao-por-ate-5-anos-com-dose-unica-diz-estudo-do-butantan/ Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos após aplicação, aponta estudo do Butantan Uma descoberta promissora do Instituto Butantan pode mudar o cenário do combate à…

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Vacina brasileira contra a dengue mantém eficácia por até 5 anos após aplicação, aponta estudo do Butantan

Uma descoberta promissora do Instituto Butantan pode mudar o cenário do combate à dengue no Brasil. Um novo estudo revelou que a vacina brasileira contra a doença, a Butantan-DV, mantém sua eficácia por, no mínimo, cinco anos após a aplicação. A notícia traz um sopro de esperança em meio a epidemias recorrentes que afetam milhões de brasileiros.

O imunizante, que já começou a ser aplicado em profissionais de saúde, demonstrou resultados notáveis em relação à prevenção de formas graves da doença e hospitalizações. Esses achados reforçam a importância de pesquisas nacionais no desenvolvimento de soluções de saúde inovadoras e acessíveis.

A pesquisa, publicada na renomada revista Nature Medicine, acompanhou mais de 16 mil pacientes e confirmou a segurança e a durabilidade da proteção oferecida pela vacina. Entenda os detalhes dessa conquista científica que pode beneficiar toda a população.

Eficácia Comprovada e Segurança a Longo Prazo

O estudo do Instituto Butantan aponta que a vacina Butantan-DV, aprovada pela Anvisa em novembro do ano passado, apresentou uma eficácia de 80,5% contra as formas graves da dengue, incluindo infecções com sinais de alerta e necessidade de hospitalização. Durante o período de acompanhamento, nenhuma pessoa vacinada desenvolveu a forma severa da doença.

A diretora médica do Butantan, Fernanda Boulos, destacou a importância da dose única. “Vacinas que precisam de duas ou mais doses, a gente tem vários dados que mostram que muitas pessoas não voltam para completar o esquema. Então, essa demonstração de que uma única dose mantém a proteção alta é muito importante”, explicou.

Em termos gerais, a eficácia da vacina contra a infecção por dengue foi de 65%. Esse índice sobe para 77,1% em pessoas que já haviam contraído a doença anteriormente, indicando uma proteção robusta mesmo em populações previamente expostas ao vírus.

Desafios e Perspectivas para Crianças e Idosos

Apesar dos resultados animadores, a Anvisa registrou a Butantan-DV apenas para a faixa etária de 12 a 59 anos. Isso se deve a uma menor eficácia observada em crianças após cinco anos, comparada aos adultos. “Como depois de cinco anos, a eficácia entre as crianças cai mais do que entre os adultos, nós precisamos saber se elas vão precisar de reforço”, comentou Fernanda Boulos.

O Butantan já planeja um estudo adicional em crianças, a partir dos 2 anos, para avaliar a necessidade de reforço e, futuramente, ampliar o público-alvo. Paralelamente, testes estão sendo realizados em idosos, um grupo com alta taxa de mortalidade por dengue, com resultados esperados para o próximo ano. A pesquisa busca entender se o sistema imunológico envelhecido dos idosos responde adequadamente à vacina.

Segurança e Importância Estratégica Nacional

A segurança da vacina Butantan-DV foi um ponto crucial do estudo, que acompanhou mais de 16 mil pacientes. Os resultados, publicados na Nature Medicine, indicam que a vacina foi bem tolerada e não apresentou preocupações de segurança a longo prazo. Cerca de 10 mil participantes receberam a vacina, enquanto quase 6 mil serviram como grupo de controle com placebo.

Juarez Cunha, diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM), ressaltou a importância estratégica de ter uma vacina nacional de ponta. “Possibilita que a gente consiga abastecer mais fácil o nosso Programa Nacional de Imunizações e também é um ativo de negociação com outros países”, afirmou.

A prioridade do Butantan é abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS). Contudo, após a demanda nacional ser atendida, a expectativa é negociar a venda de doses para outros países, especialmente na América Latina, que também enfrentam epidemias de dengue.

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Anvisa aprova Qfitlia: Novo tratamento para hemofilia promete revolucionar a prevenção de sangramentos em pacientes brasileiros https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-qfitlia-novo-tratamento-para-hemofilia-promete-revolucionar-a-prevencao-de-sangramentos-em-pacientes-brasileiros/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=anvisa-aprova-qfitlia-novo-tratamento-para-hemofilia-promete-revolucionar-a-prevencao-de-sangramentos-em-pacientes-brasileiros https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-qfitlia-novo-tratamento-para-hemofilia-promete-revolucionar-a-prevencao-de-sangramentos-em-pacientes-brasileiros/#respond Sat, 07 Mar 2026 10:33:09 +0000 https://portali9amazonas.com/anvisa-aprova-qfitlia-novo-tratamento-para-hemofilia-promete-revolucionar-a-prevencao-de-sangramentos-em-pacientes-brasileiros/ Anvisa aprova Qfitlia: Novo tratamento para hemofilia promete revolucionar a prevenção de sangramentos em pacientes brasileiros A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a aprovação do registro do Qfitlia®…

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Anvisa aprova Qfitlia: Novo tratamento para hemofilia promete revolucionar a prevenção de sangramentos em pacientes brasileiros

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou a aprovação do registro do Qfitlia® (fitusirana sódica), um novo medicamento destinado ao tratamento da hemofilia no Brasil. Desenvolvido pela Sanofi Medley, o tratamento é indicado para pacientes com hemofilia A ou B, a partir dos 12 anos de idade, com ou sem a presença de inibidores dos fatores de coagulação VIII ou IX.

Este avanço representa um marco significativo para os milhares de brasileiros que convivem com a hemofilia, uma doença genética rara que compromete a capacidade do corpo de estancar sangramentos. A aprovação do Qfitlia® surge como uma esperança para melhorar drasticamente a rotina e o bem-estar dos pacientes.

Segundo dados do Perfil de Coagulopatias do Ministério da Saúde de 2024, o Brasil registra 14.202 pacientes diagnosticados com hemofilia, sendo 11.863 com hemofilia A e 2.339 com hemofilia B. Conforme a Anvisa, a prioridade na análise do medicamento se deu pela natureza rara da hemofilia, uma condição ligada ao cromossomo X, afetando majoritariamente o público masculino.

Hemofilia: Entendendo a Doença e Seus Desafios

A hemofilia é causada pela deficiência de proteínas cruciais no sangue, conhecidas como fatores de coagulação. A forma A, mais comum, resulta da falta do fator VIII, enquanto a hemofilia B se caracteriza pela deficiência do fator IX. A ausência de produção adequada de trombina, enzima essencial para a formação de coágulos, impede que o organismo cicatrize feridas eficientemente, levando a episódios hemorrágicos persistentes.

A gravidade da doença varia de acordo com o nível de atividade desses fatores. Pacientes com quadros graves podem experimentar hemorragias espontâneas, enquanto casos leves geralmente manifestam sangramentos após traumas ou procedimentos cirúrgicos. A Anvisa ressalta que o maior desafio clínico está nas articulações e músculos, locais de maior incidência de hemorragias, mas qualquer órgão pode ser afetado.

Qfitlia®: Uma Nova Era no Tratamento da Hemofilia

Tânia Maria Onzi Pietrobelli, presidente da Federação Brasileira de Hemofilia (FBH), celebrou a aprovação do Qfitlia®, destacando que o medicamento era aguardado há tempos pela comunidade de hemofilia. A grande novidade reside na aplicação subcutânea e na longa duração do efeito, que substitui as aplicações endovenosas frequentes, que atualmente exigem infusões de três a quatro vezes por semana.

Com o Qfitlia®, a frequência de aplicação é reduzida para uma dose a cada dois meses. Essa mudança representa um avanço colossal na qualidade de vida, permitindo que os pacientes vivam com mais autonomia e menos preocupação com a doença. Pietrobelli enfatiza que isso proporciona às pessoas o direito de viver plenamente, sem o foco constante na condição crônica.

Autonomia e Eficiência no Sistema de Saúde

A presidente da FBH também apontou que a aprovação do Qfitlia® trará maior autonomia para pacientes e familiares. Além disso, a nova terapia promete otimizar o fluxo de pacientes no sistema de saúde, melhorando a logística e diminuindo a sobrecarga nos centros de tratamento de hemofilia, viabilizando um atendimento mais personalizado.

Mariana Battazza, presidente da Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia, corroborou os benefícios, destacando que o uso do Qfitlia® pode levar a uma melhor adesão ao tratamento, resultando em desfechos clínicos mais positivos. Ela ressaltou que pesquisas indicam que as barreiras de adesão ao tratamento atual são significativas, impactando negativamente os resultados.

Impacto da Nova Terapia na Qualidade de Vida

A hemofilia, por ser uma condição crônica, impõe limitações significativas à qualidade de vida de pacientes e seus familiares. A chegada do Qfitlia® ao mercado brasileiro é vista como um divisor de águas, oferecendo uma alternativa terapêutica menos invasiva e mais conveniente.

A possibilidade de uma aplicação a cada dois meses, em vez de múltiplas vezes por semana, libera tempo e reduz o estresse associado ao tratamento. Isso permite que os pacientes se dediquem mais às suas atividades diárias, estudos, trabalho e lazer, promovendo uma vida mais próxima da normalidade e com maior bem-estar.

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Malária em Crianças: SUS Lança Tafenoquina Pediátrica e Brasil Lidera Tratamento Infantil Contra Doença na Amazônia https://portali9amazonas.com/malaria-em-criancas-sus-lanca-tafenoquina-pediatrica-e-brasil-lidera-tratamento-infantil-contra-doenca-na-amazonia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=malaria-em-criancas-sus-lanca-tafenoquina-pediatrica-e-brasil-lidera-tratamento-infantil-contra-doenca-na-amazonia https://portali9amazonas.com/malaria-em-criancas-sus-lanca-tafenoquina-pediatrica-e-brasil-lidera-tratamento-infantil-contra-doenca-na-amazonia/#respond Fri, 06 Mar 2026 16:15:13 +0000 https://portali9amazonas.com/malaria-em-criancas-sus-lanca-tafenoquina-pediatrica-e-brasil-lidera-tratamento-infantil-contra-doenca-na-amazonia/ SUS Inova no Tratamento da Malária Infantil com Tafenoquina Pediátrica O Ministério da Saúde deu um passo importante no combate à malária no Brasil, iniciando o uso da tafenoquina em…

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SUS Inova no Tratamento da Malária Infantil com Tafenoquina Pediátrica

O Ministério da Saúde deu um passo importante no combate à malária no Brasil, iniciando o uso da tafenoquina em formulação pediátrica para crianças menores de 16 anos atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Este avanço posiciona o Brasil como o primeiro país do mundo a oferecer esse tipo de tratamento específico para o público infantil, que representa cerca de 50% dos casos da doença no país.

A nova apresentação do medicamento, em comprimidos de 50 mg, é indicada para crianças com peso entre 10 kg e 35 kg, e visa melhorar a adesão ao tratamento, que antes exigia um esquema terapêutico prolongado por até 14 dias. A introdução da tafenoquina pediátrica promete mais conforto e praticidade para famílias e profissionais de saúde.

A distribuição do medicamento está sendo realizada gradualmente, priorizando áreas de alta incidência na região Amazônica, onde a malária é um dos maiores desafios de saúde pública. O investimento do Ministério da Saúde nesta iniciativa é de R$ 970 mil, com a distribuição inicial de 126.120 comprimidos. As informações são do Ministério da Saúde.

Tafenoquina Pediátrica: Um Marco no Combate à Malária Vivax

A tafenoquina, agora disponível em dose pediátrica, é indicada para o tratamento da malária vivax (Plasmodium vivax) em crianças com peso acima de 10 kg que não estejam grávidas ou amamentando. O medicamento demonstra eficácia na redução significativa de recaídas e na interrupção da transmissão da doença, contribuindo para a eliminação completa do parasita.

A administração em dose única representa uma grande vantagem em comparação ao tratamento anterior, que exigia adesão por até duas semanas. Essa praticidade é fundamental para garantir que as crianças completem o ciclo terapêutico, maximizando a eficácia do tratamento e prevenindo o desenvolvimento de resistência.

Foco na Região Amazônica e Áreas Indígenas

A entrega dos comprimidos de tafenoquina pediátrica concentra-se em áreas prioritárias da região Amazônica, incluindo Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI) como Yanomami, Alto Rio Negro, Rio Tapajós, Manaus, Vale do Javari e Médio Rio Solimões e Afluentes. Essas regiões concentram aproximadamente 50% dos casos de malária em crianças e jovens de até 15 anos.

O DSEI Yanomami foi o primeiro a receber a nova medicação, com 14.550 comprimidos. Essa mesma região já havia sido pioneira no recebimento da tafenoquina 150 mg para pacientes acima de 16 anos em 2024. O Ministério da Saúde reconhece que a malária é um desafio particular na Amazônia, devido a fatores geográficos e sociais que aumentam a vulnerabilidade.

Resultados Promissores e Redução de Óbitos

O Ministério da Saúde tem intensificado ações de controle vetorial, busca ativa e disponibilização de testes rápidos para combater a malária. No território Yanomami, entre 2023 e 2025, houve um aumento de 103,7% na realização de testes, um crescimento de 116,6% nos diagnósticos e uma redução expressiva de 70% nos óbitos pela doença. Esses dados refletem o impacto positivo das estratégias implementadas.

Em todo o país, 2025 registrou o menor número de casos de malária desde 1979, com uma redução de 15% em relação a 2024. Nas áreas indígenas, a redução foi de 16%. A região Amazônica continua sendo o epicentro da doença, concentrando 99% dos casos nacionais, com 117.879 registros no ano passado.

A Importância da Tafenoquina na Prevenção e Controle

A nova apresentação do fármaco, além de facilitar a adesão, contribui diretamente para a interrupção da transmissão da doença. A capacidade de ajustar a dose conforme o peso da criança garante maior eficácia terapêutica e previne o desenvolvimento de formas graves da malária. A malária vivax, em particular, é conhecida por suas recaídas que podem ocorrer meses após a infecção inicial, e a tafenoquina atua eliminando o parasita latente no fígado, prevenindo essas recorrências.

O Ministério da Saúde reforça o compromisso com a erradicação da malária no Brasil, e a introdução da tafenoquina pediátrica é um marco nesse esforço contínuo. A colaboração com as comunidades locais e a vigilância epidemiológica são essenciais para o sucesso a longo prazo no controle desta doença parasitária.

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Vacina contra HPV em SP: Proteção para meninos cresce, mas meta de 90% ainda é desafio https://portali9amazonas.com/vacina-contra-hpv-em-sp-protecao-para-meninos-cresce-mas-meta-de-90-ainda-e-desafio/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=vacina-contra-hpv-em-sp-protecao-para-meninos-cresce-mas-meta-de-90-ainda-e-desafio https://portali9amazonas.com/vacina-contra-hpv-em-sp-protecao-para-meninos-cresce-mas-meta-de-90-ainda-e-desafio/#respond Thu, 05 Mar 2026 16:06:34 +0000 https://portali9amazonas.com/vacina-contra-hpv-em-sp-protecao-para-meninos-cresce-mas-meta-de-90-ainda-e-desafio/ Vacinação de meninos contra o HPV em São Paulo atinge 74,78%, um avanço expressivo em relação a 2022 A cobertura vacinal de meninos de 9 a 14 anos contra o…

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Vacinação de meninos contra o HPV em São Paulo atinge 74,78%, um avanço expressivo em relação a 2022

A cobertura vacinal de meninos de 9 a 14 anos contra o HPV (papilomavírus humano) no estado de São Paulo apresentou um aumento notável, alcançando 74,78% em 2025. Este dado representa um salto considerável quando comparado aos 47,35% registrados em 2022, conforme divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde.

Para as meninas na mesma faixa etária, a vacinação também registrou crescimento, com a taxa subindo de 81,85% em 2022 para 86,76% em 2025. Apesar desses avanços, os índices atuais ainda se encontram abaixo da meta de 90% estabelecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI).

O Governo de São Paulo atribui essa expansão da cobertura a uma série de estratégias adotadas pela Secretaria da Saúde. Entre as ações, destacam-se a busca ativa de jovens, a mobilização de unidades básicas de saúde, a colaboração com municípios e campanhas de orientação sobre a importância da imunização.

Entendendo a importância da vacina contra o HPV

O vírus do HPV é um importante fator de risco para diversos tipos de câncer, incluindo o de colo do útero, pênis, ânus e orofaringe. A transmissão do vírus ocorre principalmente por meio do contato direto com pele e mucosas infectadas, além da atividade sexual.

A vacinação contra o HPV é oferecida gratuitamente em todas as Unidades Básicas de Saúde do estado. Para crianças e adolescentes, a vacina é administrada em dose única, garantindo uma proteção eficaz.

Recomendação médica: vacinar cedo para maior proteção

Maria Lígia Nerger, diretora da Divisão de Imunização do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE) da SES, reforça a importância de pais e responsáveis estarem atentos ao calendário vacinal. Ela enfatiza que o público-alvo principal são meninas e meninos de 9 a 14 anos.

A diretora recomenda que a vacinação ocorra o mais cedo possível, preferencialmente aos 9 anos, antes do início da vida sexual e da exposição ao vírus. Nessa faixa etária, o sistema imunológico responde melhor à vacina, assegurando uma proteção mais robusta contra as infecções.

Grupos prioritários para vacinação contra o HPV

Além do público-alvo de 9 a 14 anos, outros grupos também devem ser vacinados contra o HPV. Isso inclui pessoas de 9 a 45 anos com condições clínicas especiais. Entre elas, estão indivíduos vivendo com HIV/Aids, transplantados de órgãos sólidos ou medula óssea, pacientes oncológicos (imunossuprimidos).

A imunização também é indicada para vítimas de abuso sexual e portadores de papilomatose respiratória recorrente (PRR), condições que podem ser agravadas pela infecção pelo HPV. A busca ativa e a orientação contínua são fundamentais para ampliar a cobertura vacinal e proteger a saúde da população.

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SUS lança teleatendimento gratuito para combater compulsão por apostas online: como acessar e se proteger https://portali9amazonas.com/sus-lanca-teleatendimento-gratuito-para-combater-compulsao-por-apostas-online-como-acessar-e-se-proteger/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sus-lanca-teleatendimento-gratuito-para-combater-compulsao-por-apostas-online-como-acessar-e-se-proteger https://portali9amazonas.com/sus-lanca-teleatendimento-gratuito-para-combater-compulsao-por-apostas-online-como-acessar-e-se-proteger/#respond Wed, 04 Mar 2026 11:02:40 +0000 https://portali9amazonas.com/sus-lanca-teleatendimento-gratuito-para-combater-compulsao-por-apostas-online-como-acessar-e-se-proteger/ SUS oferece ajuda gratuita para quem sofre com compulsão por apostas online, um problema crescente no Brasil. Saiba como acessar o serviço e quais os riscos envolvidos. O Ministério da…

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SUS oferece ajuda gratuita para quem sofre com compulsão por apostas online, um problema crescente no Brasil. Saiba como acessar o serviço e quais os riscos envolvidos.

O Ministério da Saúde anunciou uma iniciativa pioneira para combater a crescente compulsão por jogos de apostas online, conhecidas como ‘bets’. Um novo serviço de teleatendimento gratuito foi lançado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) com o objetivo de oferecer suporte especializado a pessoas com 18 anos ou mais que lutam contra esse vício.

A iniciativa, realizada em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, visa acolher não apenas os jogadores compulsivos, mas também seus familiares e redes de apoio. O serviço busca mitigar o sofrimento mental, os impactos financeiros e os conflitos familiares decorrentes do vício em apostas eletrônicas.

Com uma abordagem multiprofissional, o teleatendimento promete ser um canal seguro e acessível para quem busca ajuda. Conforme divulgado pelo Ministério da Saúde, a medida responde a um fenômeno recente de comportamentos problemáticos relacionados a jogos e apostas, com a meta de ampliar o acesso ao cuidado de forma reservada e confidencial.

Como funciona o teleatendimento do SUS para compulsão por apostas

O serviço de teleatendimento é realizado por videochamada, com consultas que duram em média 45 minutos. Cada paciente pode participar de até 13 consultas, que podem ser individuais ou em grupo com sua rede de apoio. A equipe é composta por psicólogos, terapeutas ocupacionais e, quando necessário, conta com o apoio de médicos psiquiatras, além de articulação com serviços de assistência social e medicina de família.

Passo a passo para acessar o serviço gratuito

Para ter acesso ao teleatendimento, o interessado deve baixar o aplicativo Meu SUS Digital, disponível gratuitamente para Android, iOS e na versão web. Após fazer login com a conta gov.br, o usuário deve navegar até a seção ‘Miniapps’ e selecionar a opção ‘Problemas com jogos de apostas?’. Lá, um autoteste validado cientificamente ajudará a identificar o nível de risco.

Caso o resultado do autoteste aponte risco moderado ou elevado, o encaminhamento para o teleatendimento é automático. Para casos de menor risco, o aplicativo oferece orientações para procurar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que inclui Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Informação e prevenção: ferramentas contra o vício em apostas

O aplicativo Meu SUS Digital também disponibiliza conteúdos informativos sobre os sinais de alerta, prevenção e os impactos da compulsão por apostas na saúde mental. A Ouvidoria do SUS, por meio do telefone 136, formulário online, WhatsApp ou chatbot no site do Ministério da Saúde, está preparada para oferecer orientações adicionais. Todas as informações trocadas seguem as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Um estudo recente aponta que as ‘bets’ causam perdas econômicas e sociais estimadas em R$ 38,8 bilhões anualmente para o país. O Ministério da Saúde destaca que a busca espontânea por atendimento presencial ainda é baixa, muitas vezes por vergonha ou dificuldade em reconhecer o problema, o que reforça a importância do teleatendimento.

Plataforma de Autoexclusão: um bloqueio contra o vício

Complementando as ações de combate à compulsão por apostas, o governo federal lançou a Plataforma de Autoexclusão Centralizada. Disponível desde dezembro passado, a ferramenta permite que apostadores solicitem o bloqueio em sites de apostas, tornando o CPF indisponível para novos cadastros ou para recebimento de publicidade das ‘bets’. O bloqueio pode ser escolhido por um período de dois meses, seis meses ou indeterminado.

Mais de 300 mil pessoas já se autoexcluíram através da plataforma, reduzindo a exposição ao risco. A maioria dos usuários optou pelo bloqueio por tempo indeterminado. O cadastro requer uma conta gov.br de nível prata ou ouro e pode ser feito no endereço eletrônico gov.br/autoexclusaoapostas. O Ministério da Saúde ressalta que a autoexclusão permite identificar riscos graves de saúde mental e encaminhar o indivíduo para atendimento adequado e rápido.

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