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Trump diz que está ‘dando surra’ no Irã, promete ‘grande onda’ de ataques, não descarta envio de tropas e afirma estar ‘à frente do planejado’

Trump diz que está ‘dando surra’ no Irã, promete ‘grande onda’ de ataques, não descarta envio de tropas e afirma estar ‘à frente do planejado’
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está ‘dando uma surra’ no Irã e disse que uma ‘grande onda’ de ataques ainda está por vir.

Em entrevista por telefone à CNN, ele também afirmou que não quer ver as operações se estenderem e avaliou o progresso como superior ao esperado.

A conversa durou nove minutos, e o governo também falou com outros veículos, entre eles o NY Post, sobre possibilidade de reforços militares.

conforme informação divulgada pela CNN e pelo NY Post.

O que Trump disse na entrevista à CNN

Trump afirmou, ‘Eu acho que está indo muito bem. É algo muito poderoso e nós temos os melhores militares do mundo e estamos usando eles’, ao avaliar as ações no Oriente Médio.

Ele reiterou que não deseja um conflito longo, ‘Não quero ver isso durando muito tempo. Sempre achei que duraria quatro semanas e estamos à frente do planejado.’

Sobre riscos para civis, o presidente disse, ‘Por enquanto, queremos que todos fiquem dentro de casa. Não está seguro lá fora.’

Trump criticou ações iranianas que atingiram bases e alvos em países como Bahrein, Jordânia, Kuwait, Qatar e Emirados Árabes Unidos, e afirmou que ataques a lugares como hotéis e prédios residenciais aumentaram a reação dos líderes iranianos.

Declarações ao NY Post e a hipótese de envio de tropas

Em fala ao NY Post, Trump não descartou o envio de mais tropas ao Oriente Médio. Ele disse, ‘Eu não fico com medo de enviar tropas terrestres, tipo, como todo presidente diz, ‘Não haverá tropas no solo.’ Eu não digo isso,’

O presidente completou que costuma dizer que ‘provavelmente não precisamos delas’, ou ‘se elas fossem necessárias’. Essas falas reforçam que a opção por força terrestre permanece como hipótese.

Reações políticas, custos e vítimas

A base de aliados de Trump tem se mostrado favorável às operações, mas o presidente também recebeu críticas de republicanos preocupados com o risco de uma ‘guerra sem fim’.

Essas críticas citam os custos financeiros e humanas, e, segundo a cobertura, ‘Até agora, quatro americanos morreram.’ Esse balanço alimenta o debate sobre duração e objetivos das ações.

Posição do Departamento de Defesa

Na manhã seguinte às declarações de Trump, o secretário de Defesa Pete Hegseth reafirmou que os EUA vão continuar com os ataques e usou o slogan America First para justificar ação contra qualquer ameaça a americanos.

Hegseth afirmou, ‘Se vocês matarem americanos, se ameaçarem americanos em qualquer lugar da Terra, nós vamos caçá-los sem pedir desculpas e sem hesitação, e vamos matá-los’, ao falar com a imprensa.

O cenário permanece volátil, com o governo americano sinalizando continuidade das operações, conversas com a imprensa e aliados, e a possibilidade de novas medidas, inclusive o envio de forças adicionais, caso seja considerado necessário.

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