Governo brasileiro projeta que tratado entre Mercosul e União Europeia tenha validade ainda em 2024.

O vice-presidente, Geraldo Alckmin, trouxe notícias animadoras nesta quinta-feira (15) sobre o aguardado acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. A expectativa é de que a assinatura definitiva do tratado ocorra em um futuro próximo.

Com a assinatura consolidada, o governo brasileiro espera que o acordo possa, de fato, entrar em vigor ainda no segundo semestre deste ano. Essa é uma das principais metas da gestão atual para impulsionar as relações comerciais do bloco.

A informação foi divulgada e está em processo de atualização, mas já sinaliza um avanço significativo nas negociações que se arrastam há anos. A entrada em vigor do acordo promete transformar o cenário econômico para os países envolvidos.

O que muda com o acordo Mercosul-UE?

A concretização do acordo Mercosul-União Europeia representa um marco histórico para o comércio internacional. Ele visa facilitar e ampliar o fluxo de bens e serviços entre os blocos, reduzindo barreiras tarifárias e não tarifárias.

Para o Brasil, a expectativa é de **aumento nas exportações de produtos agrícolas e industrializados**, além de **maior acesso a bens e tecnologias europeias**. O governo aposta na competitividade brasileira para aproveitar as novas oportunidades.

Próximos passos para a validação do tratado

A assinatura definitiva é o passo crucial que antecede a entrada em vigor do acordo. Após a assinatura, o tratado ainda precisará passar por processos de ratificação interna em cada um dos países membros, tanto do Mercosul quanto da União Europeia.

Alckmin demonstrou otimismo quanto ao andamento das discussões, indicando que os detalhes finais estão sendo alinhados. A **previsão de vigência no segundo semestre** é um indicativo de que as partes estão trabalhando para acelerar o processo.

Impacto econômico e expectativas

Especialistas apontam que o acordo, uma vez em vigor, poderá gerar um impacto econômico positivo substancial, impulsionando o **PIB (Produto Interno Bruto)** e a **geração de empregos**. A redução de tarifas e a simplificação de procedimentos aduaneiros são pontos fortes.

Apesar dos desafios que ainda podem surgir no processo de ratificação, a declaração do vice-presidente reforça o compromisso do governo em buscar a consolidação deste importante **acordo comercial** que promete redefinir as relações econômicas entre a América do Sul e a Europa.