A poucos dias do início da Copa do Mundo de 2026, marcada para esta quinta-feira (11/6), as seleções começam a desembarcar nos países-sede. As recepções, no entanto, não poderiam ser mais distintas entre Estados Unidos e México – e a diferença já viralizou nas redes sociais.

Enquanto o México acolhe as delegações com música, bandeiras e clima de carnaval – como aconteceu com a seleção espanhola –, os Estados Unidos adotam uma postura de segurança rigorosa. Equipes como as de Senegal e Bélgica passaram por revistas minuciosas. A delegação senegalesa, por exemplo, só foi liberada para a área interna do aeroporto após uma vistoria individual na própria pista de pouso. Já os belgas foram submetidos a uma verificação de igual calibre: uma foto que circula nas redes mostra o jogador Kevin De Bruyne tendo a sola do sapato inspecionada com detector de metais.

O rigor norte-americano não parou por aí. No fim de semana, o árbitro somali Omar Artan – que faria história como o primeiro juiz do país a apitar um jogo de Copa – foi barrado na entrada dos EUA, mesmo apresentando visto válido. Após horas de interrogatório em solo norte-americano, Artan teve a entrada proibida.

A primeira partida da competição será entre México e África do Sul nesta quinta-feira (11/6). Enquanto isso, os contrastes na recepção aos visitantes já se tornam um dos primeiros assuntos extra-campo a marcar esta edição do Mundial.