Pequim pede que Washington aja com “máxima prudência” sobre o tema, após menções a novos financiamentos americanos à ilha. Governo chinês afirma que os EUA estão pressionando compromissos históricos bilaterais.

O Ministério da Defesa da China voltou a criticar duramente os Estados Unidos por supostos movimentos de apoio militar a Taiwan. Em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (29), o porta-voz Jiang Bin pediu que os americanos tratem a questão da ilha com “máxima prudência”.

A declaração foi uma resposta ao anúncio dos EUA sobre a suspensão de uma venda de armas a Taiwan no valor de US14bilho~es(cercadeR14bilho~es(cercadeR 72 bilhões). Além disso, Washington incluiu US1bilha~o(aproximadamenteR1bilha~o(aproximadamenteR 5,1 bilhões) em uma nova iniciativa de segurança para Taiwan, dentro da Lei de Autorização de Defesa Nacional para o ano fiscal de 2027.

“A oposição da China às vendas de armas dos EUA à região de Taiwan é consistente e clara”, afirmou Jiang. Ele reforçou que os americanos devem respeitar o princípio de uma só China e os termos dos três comunicados conjuntos entre os dois países — com destaque para o comunicado de 17 de agosto de 1982, no qual os EUA se comprometeram a reduzir gradualmente as vendas de armas a Taiwan até uma solução final.

O porta-voz também pediu que os EUA honrem seus compromissos e adotem medidas concretas para garantir o desenvolvimento estável e sustentável das relações bilaterais, inclusive no campo militar.